quinta-feira, 16 de agosto de 2018

ACABOU O SOSSEGO

O tal saidão é algo que sempre se repete em datas festivas, podemos até aceitar já que  existem leis que assim determinam que seja feito. Sendo lei, pouco se pode fazer contra isso, mas a sociedade não aceita de bom grado, pelos inúmeros problemas que ocorrem durante esse período.



Dizem que faz parte da ressocialização de presos, mas parece não funcionar, pois a maioria quando se vê fora das grades por esses breves momentos danam o pau a aprontar. O que ocorre em muitos casos é a deturpação de tal benefício, sendo colocados no meio da população (não conheço os critérios) criminosos, muitos com penas graves, que se juntam aos que estão fora das grades para praticar novos ou repetir antigos crimes, que muitas vezes já são planejados nas próprias cadeias, para atender as demandas de chefes de facções que povoam os diversos presídios no país.
Todas as vezes que se fala em saidão, é um Deus nos acuda! A população fica apavorada e não é sem razão, pois as merdas praticadas por essa cambada desde a hora que saem começam a acontecer.
Parece ser coincidência, mas tem aumentado de forma exacerbada a violência, principalmente por conta do tal benefício concedido à população carcerária, que atinge em cheio a população, pois além dos problemas comuns das grandes metrópoles ainda tem que aguentar mais esse.
Para isso basta observar as redes sociais, jornais, televisão, cidadãos preocupados com uma série de casos, bombardeiam as redes sociais relatando casos que deixam a população com os cabelos em pé. A lista é grande, assaltos e sequestros relâmpagos (uma modalidade que parecia ter sido abandonada por esses vagabundos), parece voltou com força, ferindo a tranquilidade da população. 
Não estou aqui pregando a retirada de leis em vigor, mas de uma séria revisão nesse arcaico código penal, onde muitas vezes quem paga a pena são os pobres contribuintes, que ficam a mercê dessa corja de vagabundos.
Se tem uma pena pra cumprir, que cumpram atrás das grades e não colocando em risco a nossa população.