domingo, 17 de novembro de 2019

CÃO CHUPANDO MANGA

Fui dar minha costumeira volta pelo Guará no caminho encontrei como o meu amigo Caixa Preta.
Pelo semblante notei que o velho Caixa estava um pouco chateado, sem querer, com cautela perguntei o motivo.



quinta-feira, 14 de novembro de 2019

FORA DE MODA

O Caixa Preta não gosta muito de passar pela Praça da Moda, pois segundo ele a praça, e toda a área por ali foi totalmente desfigurada e alterada do seu projeto original.
Aliás, ali no Polo de Moda o que não falta é moda, o pessoal dali é muito criativo, principalmente quando o assunto é mobilidade, sendo motivo de reportagens diversas que chamam a atenção pela falta dela.


Para tanto resolveram acabar com calçadas por lá, cada um invadiu na cara de pau a sua, e os pedestres que procurem outro lugar pra circular.
O pessoal daquela área caminha no meio da rua dividindo tranquilamente a rua com os carros que por lá trafegam, dá gosto ver o risco constante de atropelamento agora implantado por lá para estimular a adrenalina e tornar as pessoas mais ágeis, pois já que à noite quem volta do trabalho tem a corrida dos marginais que muitas das vezes esperam com um sorriso aberto, para praticarem pequenos furtos e assaltos enquanto aguardam a madrugada para começarem o grande festival de arrombamentos.
Isso infelizmente retrata o Guará atualmente, uma cidade cheia de “gambiarras”, onde o improviso parece ser a tônica de quem é responsável pela cidade, tudo feito sem planejamento, basta dar uma olhada no plano urbanístico todo deixado de lado, apenas para atender aos anseios de aliados políticos e religiosos que tomou conta da Administração durante os últimos anos.



terça-feira, 12 de novembro de 2019

ARMAÇÕES ILIMITADAS

Do nada me aparece o Caixa Preta, logo me convida para dar uma chegada lá no Porcão para aplacar o calor que fazia, pois as labaredas do inferno que com toda certeza estavam muito próximas, fazendo crer que as caldeiras estão logo abaixo localizadas bem aqui no Guará.


Sentados na nossa mesa favorita, com o Galak soltando um grito toda vez que passava por nossa mesa, apenas pra mostrar a alegria com a nossa presença.
O velho Caixa foi logo se concentrando nos problemas aqui do nosso Guará, pois a bola da vez agora é o fechamento de dois colégios particulares, como se fossem a nossa única preocupação em relação à cidade.
Estava meio desconfiado com tanta preocupação de madrinhas e padrinhos com o que agora poderia ocorrer, claro que educação é sempre preocupante devido as grandes carências e lacunas hoje existentes. Até reuniões por ali foram realizadas no meio da noite, em vez de utilizarem um espaço público, mas preferiram o aconchego do ginásio construído em terra pública, talvez com intuito de não chamar a atenção da população.
Como por aqui tudo sempre vem embutido um bom motivo que as vezes foge à percepção do contribuinte, mas o velho Caixa já tinha matado a charada em relação a essa preocupação exacerbada.
Um dos colégios fechados tem a sua localização em uma área bem valorizada, mas o que na verdade faz o amor aumentar é estar localizada em área pública gentilmente cedida pela administração para usufruto da tal escola.



segunda-feira, 11 de novembro de 2019

PROBLEMAS SOCIAIS

O Caixa Preta está querendo saber quem é o responsável pela construção daquele condomínio ali, numa antiga  área de transbordo por trás do 4º Batalhão, quase colado com a cerca do heliporto da PMDF, dentro de uma área de proteção ambiental, pois aquela área faz parte do Parque Ezechias Heringer (Parque do Guará). 



quarta-feira, 6 de novembro de 2019

MALDADES VIRTUAIS

As redes sociais estão perdendo a noção diante de fatos graves e reais do nosso dia a dia, me refiro ao violento e inexplicável assassinato de uma senhora, que trabalhava no comércio, que parece até que no DF está virando rotina.




terça-feira, 5 de novembro de 2019

CLIMA DE FALSIDADE NO AR

Acho que apesar de estarmos quase em novembro já sinto que chegarão as festas com maior índice de falsidade, com clima de forçação de barra de alguns que, encobertos pelo manto da bondade, deixam as cretinices aflorarem, achando que as sacanagens aprontadas durante o ano serão esquecidas ou talvez zeradas, para dar lugar as que virão com toda certeza.