Para alguns comerciantes inescrupulosos essa pandemia caiu do céu. Aproveitando-se da histeria coletiva que reina por aqui, aumentam os preços de alguns produtos na ganância de ganhar algum em cima das desgraças alheias.
Mas isso já era esperado, pois a ganância parece que cega e, sem se importar com os efeitos sobre a população que os acolhe e consome seus produtos, resolve lucrar descaradamente no lombo da população que já está no seu limite.
O Guará recebe de braços abertos os negócios que chegam por aqui, esperando que cresçam e tenham muito sucesso com lucros que compensem seus investimentos, mas nada oferecem em contrapartida, justo na hora que mais necessita, recebe uma facada pelas costas numa demonstração de total irresponsabilidade social.
Coisa de comerciante burro e inescrupuloso, pois, em vez de se ombrear com a população ficando ao lado para enfrentar essa crise, que julgo seja passageira, resolve lucrar sem escrúpulos nenhum, esquecendo como fidelizar clientes.
segunda-feira, 23 de março de 2020
sábado, 21 de março de 2020
FICA EM CASA PORRA!
Agora em tempos de coronavírus temos que falar seriamente sobre o que nos preocupa, deixar as piadinhas de mal gosto de lado, brincadeirinhas e vamos atentar para alguns pontos importantes do momento atual.
Se por acaso do destino um de seus familiares, coisa que nem passa por nossa cabeça, mas vamos supor que essa infelicidade caia sobre alguém muito próximo de nós:
Pai, mãe, irmãos, filhos ou aqueles que por viverem tão próximos, consideramos familiares também.
Agora vem a parte mais cruel, vão interná-lo, ficará numa sala restrita durante todo o período da doença sem nenhum membro da família poderá ficar ao lado para dar um apoio, não poderá receber visitas, carinhos ou afagos e nem ouvir que tudo ficará bem e logo estará de volta ao nosso convívio.
Se por acaso do destino um de seus familiares, coisa que nem passa por nossa cabeça, mas vamos supor que essa infelicidade caia sobre alguém muito próximo de nós:
Pai, mãe, irmãos, filhos ou aqueles que por viverem tão próximos, consideramos familiares também.
Agora vem a parte mais cruel, vão interná-lo, ficará numa sala restrita durante todo o período da doença sem nenhum membro da família poderá ficar ao lado para dar um apoio, não poderá receber visitas, carinhos ou afagos e nem ouvir que tudo ficará bem e logo estará de volta ao nosso convívio.
quinta-feira, 19 de março de 2020
UM PARAÍSO NO CERRADO
É dose aguentar essa conversa mole de políticos, que durante a campanha prometem até cerveja gelada encanada, mas logo depois da posse são atingidos por uma amnésia brutal, e a população que se lasque.
Sempre com esse papo, passam a ter delírios de grandeza, com a ajuda dos puxas sacos de plantão. Aqui no Guará tem muito, fácil identificar, basta dar uma olhada lá nos grupos de What’sApp.
Mentem tanto que parece até que todo o orçamento da União vem para o Guará, com o intuito de transformar a nossa cidade em uma metrópole de padrão internacional, pois segundo alguns dinheiro é que não falta.
Dizer que destinou emendas, toda elas milionárias ,mas não quer dizer que elas serão aplicadas por aqui,pois o DF hoje tem suas Administrações abandonadas e sem orçamento próprio para sanar os problemas, o que chega mal paga a conta dos desperdícios, até luz, segurança, das áreas abandonadas pela Administração, como o Ginásio de Esportes ali no Cave, são pagas religiosamente,sem questionamentos,mas sem que nada seja feito para consertar o local para usufruto da população.
O Caixa Preta estava todo risonho, com um sorriso de deboche, o cabra não queria deixar barato então sentou o pau, sempre na base da gozação, veio me convidar para morar no Guará III uma verdadeira ilha da fantasia estampada naquele folhetim, onde tudo era uma maravilha , problemas não existem, dinheiro para execução de obras para os chegados não faltaria pois tudo seria resolvido num toque de mágica, confesso que quase embarquei na do velho Caixa, pensei seriamente em me mudar de mala e cuia para esse paraíso implantado no meio do cerrado.
Sempre com esse papo, passam a ter delírios de grandeza, com a ajuda dos puxas sacos de plantão. Aqui no Guará tem muito, fácil identificar, basta dar uma olhada lá nos grupos de What’sApp.
Mentem tanto que parece até que todo o orçamento da União vem para o Guará, com o intuito de transformar a nossa cidade em uma metrópole de padrão internacional, pois segundo alguns dinheiro é que não falta.
Dizer que destinou emendas, toda elas milionárias ,mas não quer dizer que elas serão aplicadas por aqui,pois o DF hoje tem suas Administrações abandonadas e sem orçamento próprio para sanar os problemas, o que chega mal paga a conta dos desperdícios, até luz, segurança, das áreas abandonadas pela Administração, como o Ginásio de Esportes ali no Cave, são pagas religiosamente,sem questionamentos,mas sem que nada seja feito para consertar o local para usufruto da população.
O Caixa Preta estava todo risonho, com um sorriso de deboche, o cabra não queria deixar barato então sentou o pau, sempre na base da gozação, veio me convidar para morar no Guará III uma verdadeira ilha da fantasia estampada naquele folhetim, onde tudo era uma maravilha , problemas não existem, dinheiro para execução de obras para os chegados não faltaria pois tudo seria resolvido num toque de mágica, confesso que quase embarquei na do velho Caixa, pensei seriamente em me mudar de mala e cuia para esse paraíso implantado no meio do cerrado.
terça-feira, 17 de março de 2020
OS ABUTRES
Com tudo que acontece no Guará deixa o Caixa Preta meio arisco, ele revelou ser intolerante a lactose, pois tinha desmaiado quando ouviu uma música da banda Mastruz Com Leite. Estava com essa piadinha na ponta da língua quando o encontrei nas minhas caminhadas pelo Guará.
O cabra foi logo contando com o que tem lido nos grupos de What’sApp, onde notou a grande quantidade de ambientalistas, bichos grilos, curiosos, adeptos da meditação transcendental, curiosos e fãs da natureza em geral. O cabra disse que a quantidade de Deputados, Distritais, Senadores suplentes, lideranças de araque, estudiosos, ambientalistas tão sensíveis com os problemas do Parque do Guará, todos se rasgando despudoradamente pelo parque e toda a área do CAVE.
Essa galera aí acha que o parque é aquele gramado que cresce vertiginosamente nos becos que demoram a ser cortados ou nunca foram cortados, que serve apenas de viveiros pra animais peçonhentos.
Com aquela sua ironia de sempre o velho Caixa resolveu tirar um sarro na galera, pois pelo que se nota é que tem gente nesses grupos que são capazes de tentar até suicídio quando uma árvore ou planta morre no cerrado.
O cabra foi logo contando com o que tem lido nos grupos de What’sApp, onde notou a grande quantidade de ambientalistas, bichos grilos, curiosos, adeptos da meditação transcendental, curiosos e fãs da natureza em geral. O cabra disse que a quantidade de Deputados, Distritais, Senadores suplentes, lideranças de araque, estudiosos, ambientalistas tão sensíveis com os problemas do Parque do Guará, todos se rasgando despudoradamente pelo parque e toda a área do CAVE.
Essa galera aí acha que o parque é aquele gramado que cresce vertiginosamente nos becos que demoram a ser cortados ou nunca foram cortados, que serve apenas de viveiros pra animais peçonhentos.
Com aquela sua ironia de sempre o velho Caixa resolveu tirar um sarro na galera, pois pelo que se nota é que tem gente nesses grupos que são capazes de tentar até suicídio quando uma árvore ou planta morre no cerrado.
terça-feira, 10 de março de 2020
CRESCIMENTO DESORDENADO
No Guará, apesar da avalanche de reclamações da população, os reclames da população não são ouvidos, muitos são ignorados, empinam o nariz e dizem que nada podem fazer, esse filme já é bem antigo por aqui.
O mundo parece que acaba pra alguns que não se sentem capacitados em dar um retorno do dinheiro destinado pra cidade, trazendo melhorias ou sanando problemas que são recorrentes, nunca é realmente aplicado por aqui, como as invasões desordenadas, puxadinhos, alagamentos e o lixo que toma conta da cidade. Ainda tem a cara de pau de jogar a culpa por esse descaso na população. Com isso a bomba acaba, como sempre, no lombo do pobre contribuinte, que muitas vezes fica calado sem reação alguma. Somos de certa forma culpados com o descaso que vem sofrendo o nosso Guará.
Sempre aparecem aquelas figurinhas carimbadas, sem uma solução plausível para estancar esse nosso crescimento desordenado, os desvios das leis e regimentos vigentes, que em raros casos são realmente respeitados.
O mundo parece que acaba pra alguns que não se sentem capacitados em dar um retorno do dinheiro destinado pra cidade, trazendo melhorias ou sanando problemas que são recorrentes, nunca é realmente aplicado por aqui, como as invasões desordenadas, puxadinhos, alagamentos e o lixo que toma conta da cidade. Ainda tem a cara de pau de jogar a culpa por esse descaso na população. Com isso a bomba acaba, como sempre, no lombo do pobre contribuinte, que muitas vezes fica calado sem reação alguma. Somos de certa forma culpados com o descaso que vem sofrendo o nosso Guará.
Sempre aparecem aquelas figurinhas carimbadas, sem uma solução plausível para estancar esse nosso crescimento desordenado, os desvios das leis e regimentos vigentes, que em raros casos são realmente respeitados.
segunda-feira, 9 de março de 2020
CATATÔNICO
Essa o Caixa Preta me contou lá no Porcão, segundo o cabra um amigo médico, viajando de carro por esse interior, estava ficando sem combustível entrou no primeiro povoado que apareceu na beira da estrada pra abastecer.
Chegou no posto de gasolina, achou meio estranho, não tinha uma viva alma pra atendê-lo, apesar de buzinar sem parar.
Do nada apareceu um cara que foi logo lhe dizendo:
- Não adianta buzinar, porque o posto está fechado, não vai abrir; a filha do dono morreu ontem e todos estão no velório.
O meu amigo, chegou a conclusão que tinha que ficar por ali, resolveu então dar uma volta pelo povoado pra esticar as pernas ,relaxar enquanto esperava.
Logo no final da rua viu uma pequena aglomeração, curioso foi até lá, era justamente onde o pessoal velava o corpo da jovem morta, aproximou-se do caixão, observou então algo extremamente raro.
Chama o pai da falecida, um senhor que chorava inconsolavelmente no canto da sala e disse-lhe:
- Olhe, sou médico, a sua filha não está morta, está em estado catatônico; parece morta, mas está viva.
O pai, nervosíssimo, cheio de esperança pergunta: - O Sr. pode fazer alguma coisa?
O meu amigo médico, explica-lhe que há uma possibilidade, embora muito remota, de trazê-la de volta à vida, mas para isso, teriam que submetê-la a uma sensação muito forte.
Pergunta então ao pai: - A sua filha tinha namorado?
Embora estranhando a pergunta, o pai respondeu sim, e que ele se encontrava presente.
Bem, disse o jovem médico, então tirem o corpo do caixão, levem-no para uma cama junto com o namorado e deixem que eles façam sexo.
Ainda que com algumas reservas, o pai dá ordens para que seja feito tudo o que o doutor disse, mas pede para que ele fique, a fim de comprovar o resultado.
Depois de algumas horas abre-se a porta do quarto e, como por um milagre, a moça aparece vivinha da silva!
Chegou no posto de gasolina, achou meio estranho, não tinha uma viva alma pra atendê-lo, apesar de buzinar sem parar.
Do nada apareceu um cara que foi logo lhe dizendo:
- Não adianta buzinar, porque o posto está fechado, não vai abrir; a filha do dono morreu ontem e todos estão no velório.
O meu amigo, chegou a conclusão que tinha que ficar por ali, resolveu então dar uma volta pelo povoado pra esticar as pernas ,relaxar enquanto esperava.
Logo no final da rua viu uma pequena aglomeração, curioso foi até lá, era justamente onde o pessoal velava o corpo da jovem morta, aproximou-se do caixão, observou então algo extremamente raro.
Chama o pai da falecida, um senhor que chorava inconsolavelmente no canto da sala e disse-lhe:
- Olhe, sou médico, a sua filha não está morta, está em estado catatônico; parece morta, mas está viva.
O pai, nervosíssimo, cheio de esperança pergunta: - O Sr. pode fazer alguma coisa?
O meu amigo médico, explica-lhe que há uma possibilidade, embora muito remota, de trazê-la de volta à vida, mas para isso, teriam que submetê-la a uma sensação muito forte.
Pergunta então ao pai: - A sua filha tinha namorado?
Embora estranhando a pergunta, o pai respondeu sim, e que ele se encontrava presente.
Bem, disse o jovem médico, então tirem o corpo do caixão, levem-no para uma cama junto com o namorado e deixem que eles façam sexo.
Ainda que com algumas reservas, o pai dá ordens para que seja feito tudo o que o doutor disse, mas pede para que ele fique, a fim de comprovar o resultado.
Depois de algumas horas abre-se a porta do quarto e, como por um milagre, a moça aparece vivinha da silva!
sexta-feira, 6 de março de 2020
RESSACAS
Sem ter muito o que fazer nesse período dedicado ao Momo, resolvi dar uma chegada lá no Porcão pra tomar uma gelada, quem sabe não encontraria por lá o Caixa Preta que tinha sumido sem deixar rastros.
Eu estava adivinhando, me deparei com um cabra que parecia ter sido atropelado por uma carreta carregada de cimento ou algo parecido, estava muito esquisito, com aquelas olheiras que me lembravam um zumbi, desses que aparecem nos filmes de terror, uma coisa medonha de se ver.
Só não saí em desabalada carreira porque o cérebro mandava correr, mas as pernas não me obedeciam, fiquei estático, só me acalmei quando identifiquei quando aquela voz de taquara rachada falou meu nome, era o Caixa Preta.
O velho Caixa estava irreconhecível, um bafo que parecia ter tirado gosto com pedaços de defuntos, foi difícil segurar a vontade de vomitar.
Mas a amizade sempre fala mais alto, resolvi então ouvir os desabafos carnavalescos do Pierrot do Cerrado, apesar da catinga do cabra.
Começou falando das festas e blocos que desfilou, pois sendo um fanático pela festa pagã, onde encontrava um grupo sambando lá estava.
Eu estava adivinhando, me deparei com um cabra que parecia ter sido atropelado por uma carreta carregada de cimento ou algo parecido, estava muito esquisito, com aquelas olheiras que me lembravam um zumbi, desses que aparecem nos filmes de terror, uma coisa medonha de se ver.
Só não saí em desabalada carreira porque o cérebro mandava correr, mas as pernas não me obedeciam, fiquei estático, só me acalmei quando identifiquei quando aquela voz de taquara rachada falou meu nome, era o Caixa Preta.
O velho Caixa estava irreconhecível, um bafo que parecia ter tirado gosto com pedaços de defuntos, foi difícil segurar a vontade de vomitar.
Mas a amizade sempre fala mais alto, resolvi então ouvir os desabafos carnavalescos do Pierrot do Cerrado, apesar da catinga do cabra.
Começou falando das festas e blocos que desfilou, pois sendo um fanático pela festa pagã, onde encontrava um grupo sambando lá estava.
quinta-feira, 5 de março de 2020
SEM SOLUÇÃO
Nas minhas andanças pelo Guará sempre encontro algum traço de irregularidade, mas quando se procura os responsáveis para saber de alguma explicação plausível, jogam na nossa cara, na maior cara de pau, as velhas desculpas do estamos analisando e já notificamos, mas nada de solução para o problema.
Muito se tem falado dos problemas da nossa emblemática Feira do Guará, que de uns tempos para cá só tem aumentado, em alguns casos até multiplicado, pois até ameaça de intervenção já sofreu.
O GDF fez um estardalhaço inútil, prometendo que iría partir pra revitalização das feiras em todo o Distrito Federal, mas como sempre nada de concreto aconteceu por aqui.
Parece que o Guará, sempre o Guará, tem que pagar por todas as mazelas que ocorrem por aqui, culpa da incompetência e desmandos tão comuns por essas bandas.
Enquanto isso o GDF fica fazendo cara de paisagem, mas os descalabros continuam acontecendo cada vez com maior intensidade, basta dar uma volta na Feira do Guará, para se se deparar com aquela Torre de Babel, onde tudo pode e ninguém se entende.
Fiquei pasmo com o que pude notar por lá, muitos aproveitando o período carnavalesco para construir o segundo andar na sua banca, coisa que parece não ser permitido por lá, mas está acontecendo e vai de vento em popa.
Muito se tem falado dos problemas da nossa emblemática Feira do Guará, que de uns tempos para cá só tem aumentado, em alguns casos até multiplicado, pois até ameaça de intervenção já sofreu.
O GDF fez um estardalhaço inútil, prometendo que iría partir pra revitalização das feiras em todo o Distrito Federal, mas como sempre nada de concreto aconteceu por aqui.
Parece que o Guará, sempre o Guará, tem que pagar por todas as mazelas que ocorrem por aqui, culpa da incompetência e desmandos tão comuns por essas bandas.
Enquanto isso o GDF fica fazendo cara de paisagem, mas os descalabros continuam acontecendo cada vez com maior intensidade, basta dar uma volta na Feira do Guará, para se se deparar com aquela Torre de Babel, onde tudo pode e ninguém se entende.
Fiquei pasmo com o que pude notar por lá, muitos aproveitando o período carnavalesco para construir o segundo andar na sua banca, coisa que parece não ser permitido por lá, mas está acontecendo e vai de vento em popa.
terça-feira, 3 de março de 2020
EMIRADOS ÁRABES
O governo de hoje aparece com uma política ultrapassada, trazendo no bojo o mesmo ranço da velha política aqui implantada ao longo dos anos, que tem deixado o DF a beira da ruína e da falência, vive hoje de migalhas repassadas pelo governo federal.
Os mesmos personagens que hoje rodeiam o atual governador, continuam defendendo a política do clientelismo do passado, mas os tempos são outros.
Um bando de figuraças tentando preservar a sua preciosa boquinha com unhas e dentes, com isso o atraso continua e tenham certeza, nada de bom sairá daí, apenas mais problemas, como sempre nós os contribuintes mais uma vez pagaremos o pato.
Um governo que, de cima dos seus saltos altos, não teve a capacidade de humildemente reconhecer a sua incapacidade de governar, com delírios de um novo Emirado Árabe, até no Carnaval do Rio de Janeiro tentou ou injetou recursos, mas sem apresentar nada que tire o nosso DF do marasmo e do atraso.
Pobre DF, com problemas abismais em todas as áreas, só avançou no item pintura de meios-fios, operação tapa buracos e outros penduricalhos, pois até em limpeza fomos condenados ao sacrifício em detrimento dos donos do lixo.
Os mesmos personagens que hoje rodeiam o atual governador, continuam defendendo a política do clientelismo do passado, mas os tempos são outros.
Um bando de figuraças tentando preservar a sua preciosa boquinha com unhas e dentes, com isso o atraso continua e tenham certeza, nada de bom sairá daí, apenas mais problemas, como sempre nós os contribuintes mais uma vez pagaremos o pato.
Um governo que, de cima dos seus saltos altos, não teve a capacidade de humildemente reconhecer a sua incapacidade de governar, com delírios de um novo Emirado Árabe, até no Carnaval do Rio de Janeiro tentou ou injetou recursos, mas sem apresentar nada que tire o nosso DF do marasmo e do atraso.
Pobre DF, com problemas abismais em todas as áreas, só avançou no item pintura de meios-fios, operação tapa buracos e outros penduricalhos, pois até em limpeza fomos condenados ao sacrifício em detrimento dos donos do lixo.
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