quando aqui cheguei, você ainda era uma pré adolescente, estava despontando mas já apresentava esse porte de rainha.
O tempo passou, como passou rápido, apesar de coroa, com aquele jeitão de riponga, um jeito bem largadão, mas a cabeça erguida, o nariz empinado continua embelezando todo o Planalto Central.
Hoje uma capital consolidada, continua recebendo de braços abertos os que aqui chegam em busca de uma nova vida ou mesmo para curtas temporadas.
Apesar de concebida para ser um exemplo em ordenamento urbano, com uma proposta moderna tornando-se um modelo para o país de convivência integrada entre todas as classes da população.
O que se viu na prática foi o total desvirtuamento da proposta original, que permitiu um crescimento desordenado, segregando as classes mais baixas, obrigando-as a migrarem para a periferia, matando a ideia inicial de seus idealizadores.
Foi isso que aconteceu com os primeiros habitantes que estavam habituados a diferentes tradições de convívio, tornando o sonho de Dom Bosco um verdadeiro pesadelo que persiste até hoje.
Apesar de tudo pouco nos resta para comemorarmos, hoje completando 66 anos já é uma balzaquiana de respeito.
Começo a entender essa paixão que de cara bateu em meu coração, quase me senti em casa mesmo com esse ar tão seco em meio a suas asas, “dabliús” e “elés”, eixos e tesouras.
Muita coisa rola por aqui, trazida dos diversos rincões dessa grande nação por forasteiros que todos os dias chegam, trazendo o que é bom e ruim, nem é bom falar para não começar a chorar, mas talvez hoje por isso temos pouco a orgulharmos - nos, a não ser a nossa luta diária para que essa estrela volte a brilhar com mais intensidade.
Hoje esse é o triste retrato daquela que já foi a “Capital da Esperança”,uma cidade ainda bela, que já foi rica, mas passa por um grande processo de degradação.
Coisa que talvez não acontecesse se os nossos governantes aventureiros, tivessem uma visão melhor de futuro, além da própria carreira política, acima da missão que lhes foi confiada pela população.
Quem a ama fica nostálgico e triste de um passado não muito distante, onde o orgulho maior era esse cartão-postal de pura beleza, encaixado no meio do cerrado.
Brasília, sua linda!
O tempo passou, como passou rápido, apesar de coroa, com aquele jeitão de riponga, um jeito bem largadão, mas a cabeça erguida, o nariz empinado continua embelezando todo o Planalto Central.
Hoje uma capital consolidada, continua recebendo de braços abertos os que aqui chegam em busca de uma nova vida ou mesmo para curtas temporadas.
Apesar de concebida para ser um exemplo em ordenamento urbano, com uma proposta moderna tornando-se um modelo para o país de convivência integrada entre todas as classes da população.
O que se viu na prática foi o total desvirtuamento da proposta original, que permitiu um crescimento desordenado, segregando as classes mais baixas, obrigando-as a migrarem para a periferia, matando a ideia inicial de seus idealizadores.
Foi isso que aconteceu com os primeiros habitantes que estavam habituados a diferentes tradições de convívio, tornando o sonho de Dom Bosco um verdadeiro pesadelo que persiste até hoje.
Apesar de tudo pouco nos resta para comemorarmos, hoje completando 66 anos já é uma balzaquiana de respeito.
Começo a entender essa paixão que de cara bateu em meu coração, quase me senti em casa mesmo com esse ar tão seco em meio a suas asas, “dabliús” e “elés”, eixos e tesouras.
Muita coisa rola por aqui, trazida dos diversos rincões dessa grande nação por forasteiros que todos os dias chegam, trazendo o que é bom e ruim, nem é bom falar para não começar a chorar, mas talvez hoje por isso temos pouco a orgulharmos - nos, a não ser a nossa luta diária para que essa estrela volte a brilhar com mais intensidade.
Hoje esse é o triste retrato daquela que já foi a “Capital da Esperança”,uma cidade ainda bela, que já foi rica, mas passa por um grande processo de degradação.
Coisa que talvez não acontecesse se os nossos governantes aventureiros, tivessem uma visão melhor de futuro, além da própria carreira política, acima da missão que lhes foi confiada pela população.
Quem a ama fica nostálgico e triste de um passado não muito distante, onde o orgulho maior era esse cartão-postal de pura beleza, encaixado no meio do cerrado.
Brasília, sua linda!
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