Estou me preparando pra escrever o artigo da semana, dou uma olhada nas notícias estampadas, parece mais um filme de terror, é desgraça pra todo lado.
O Caixa Preta chegou, senti que o cabra estava meio preocupado, fiquei curioso queria saber o que preocupava, ponto de não me convidar logo pra dar uma chegada lá no Porcão.
Estava preocupado com os ataques do idiota americano contra nações, disse que Dubai tinha sido atingida, o medo dele era bombardearem o Guará e um dos alvos fosse o nosso querido Porcão.
Quase dei uma cadeirada nele, me contive, era hora do almoço e seguimos, como sempre, em direção ao Porcão onde a gororoba da Al-Qaeda nos esperava.
Como somos clientes vip’s pedimos um prato sem moscas, colocaram imediatamente sobre a mesa um mosquiteiro para evitar que nossos pratos fossem sequestrados pelas voadoras revoltadas.
Com isso, evitamos fazer exercícios durante a refeição, abanando sem parar para termos um pouco de sossego e assim conversar quase em paz.
O assunto foi o que nos perturba no momento e tira a paciência da população, os famigerados puxadinhos que os comerciantes teimam em construir, ao arrepio da lei e a conivência de quem devia fiscalizar tais abusos.
As calçadas já eram escassas, agora estamos com menos ainda. O pessoal está exagerando!
Os transeuntes estão tendo, em muitos lugares, que dividir a rua com os veículos, sempre com o risco de algum acidente.
Pelo andar da carruagem, daqui a pouco o pedestre vai ter que tirar carteira para andar no meio da rua, pois a calçada já foi privatizada.
Será que não basta aos usadões as quedas no Calçadão da Vergonha, aquele que tem mais buracos que campo de golfe e até hoje não foi finalizado?
As novas calçadas...bem, isso já é outro papo.
O Caixa Preta chegou, senti que o cabra estava meio preocupado, fiquei curioso queria saber o que preocupava, ponto de não me convidar logo pra dar uma chegada lá no Porcão.
Estava preocupado com os ataques do idiota americano contra nações, disse que Dubai tinha sido atingida, o medo dele era bombardearem o Guará e um dos alvos fosse o nosso querido Porcão.
Quase dei uma cadeirada nele, me contive, era hora do almoço e seguimos, como sempre, em direção ao Porcão onde a gororoba da Al-Qaeda nos esperava.
Como somos clientes vip’s pedimos um prato sem moscas, colocaram imediatamente sobre a mesa um mosquiteiro para evitar que nossos pratos fossem sequestrados pelas voadoras revoltadas.
Com isso, evitamos fazer exercícios durante a refeição, abanando sem parar para termos um pouco de sossego e assim conversar quase em paz.
O assunto foi o que nos perturba no momento e tira a paciência da população, os famigerados puxadinhos que os comerciantes teimam em construir, ao arrepio da lei e a conivência de quem devia fiscalizar tais abusos.
As calçadas já eram escassas, agora estamos com menos ainda. O pessoal está exagerando!
Os transeuntes estão tendo, em muitos lugares, que dividir a rua com os veículos, sempre com o risco de algum acidente.
Pelo andar da carruagem, daqui a pouco o pedestre vai ter que tirar carteira para andar no meio da rua, pois a calçada já foi privatizada.
Será que não basta aos usadões as quedas no Calçadão da Vergonha, aquele que tem mais buracos que campo de golfe e até hoje não foi finalizado?
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