segunda-feira, 29 de junho de 2026

CARIOCA SUÍÇO

As vezes tento esquecer que vivo em um país onde tudo parece irreal, desde a falta de vergonha da classe política até atingir a nós eleitores, que gostamos de acreditar em milagres apregoados aos quatro ventos pelos nossos pseudos governantes, mesmo sabendo que milagres não acontecem a toda hora e muitas vezes nunca acontecem.
O nosso povo adora sambar, principalmente nas mãos de governos e desgovernos, que encastelados no poder, ficando zombando e sorrindo da nossa eterna covardia em se revoltar contra os assaltos ao erário que é dinheiro do povo, desmandos que por aqui acontecem sem que ninguém seja incomodado ou cobrado.
Nem precisa colocar os casos Master, aposentadorias, a roubalheira desenfreada parece não ter fim, todo dia um fato novo, mas estranhamente ninguém preso.
Um país onde temos verdadeiros templos para a prática do futebol, apesar de construídos com o nosso dinheiro e suor, pouco se aproveita desses elefantes brancos, a não ser os rombos astronômicos ao erário, futebol decadente, falido e cada vez mais dependente do Estado para sobreviver, basta ver os contratos bilionários assinado com times de futebol a fundo perdido, mas nada de coisas supérfluas como bons hospitais, saneamento básico, novas escolas, nem segurança, pra que?

sexta-feira, 26 de junho de 2026

SOLUÇÃO DRÁSTICA

O frio chegou, sem ter muito o que fazer resolvi dar uma chegada lá no Porcão, quem sabe o Caixa Preta não tivesse um bom caso pra aproveitar no meu artigo.
De longe todos podiam ouvir a discussão entre o velho Caixa e  o Galak, aquele asno que foi batizado por um vacilo da igreja, os palavrões cruzavam os ares do boteco, assustado com tal tratamento entre as figuras.
Quando o clima acalmou, sentamos na nossa mesa preferida, me preparei pra ouvir o caso da semana.
O Caixa é vizinho de um portuga, conversam sobre tudo, mas essa foi de lascar muito divertida, espero que gostem.
Outro dia ele conversava com o portuga, notou que ele além de tenso, mostrava uma preocupação que não conseguia disfarçar.

sexta-feira, 19 de junho de 2026

PADRINHOS, MADRINHAS E O NADA




Não precisamos de padrinhos, pois o Guará já está bem crescidinho e já entrando na meia idade, que seria a idade do lobo.
A grande verdade, o nosso quadrado não está pagão, pois já recebeu o batismo de quem mora e ama esse pedaço de terra, que volta e meia cai na mão de aventureiros que só chegam com o propósito de criar o seu feudo, ajudado por puxas sacos que de alguma forma se aproveitam disso, tornando a vida da população um inferno aqui na terra.
Chega de enganadores, não foram poucos que por aqui passaram deixando um rastro de irregularidades e desorganização na cidade.
Misturam religião e administração deixando em segundo plano o que falta na cidade, sem atentar para o clamor da população, que é a nossa tão cara qualidade de vida, que essa turma teima em jogar no ralo.
O Guará precisa acordar antes que seja muito tarde para tomar providências enérgicas e expulsar de vez esses aproveitadores de plantão, que usam e abusam daqui para se dar bem de alguma forma, mesmo que para isso transformem a nossa cara cidade em um simples povoado interiorano onde tudo fazem de errado e nada acontece de certo.

sábado, 6 de junho de 2026

LEGAL ATÉ DEMAIS

Hoje aqui no Guará não existe nada mais vantajoso e lucrativo do que ocupar áreas públicas, principalmente se a reboque vier um famigerado quiosque, está pra surgir algo melhor.
Temos exemplos claros dessa falta de vergonha e critérios para implantação desses monstrengos, basta dar uma volta na cidade.
Ali na QE-32 na orla, um gaiato arrancou o gramado na cara de pau, estacionou um trailler sem que fosse questionado por qualquer, órgão fiscalizador, principalmente o tal de DF Legal que talvez tenha esse nome por ser legal com os absurdos que acontecem.
Os quiosques proliferam no Guará mais do que coelhos, cada um maior que o outro, contam com a omissão dos órgãos responsáveis.
Não desenvolvem qualquer tipo de negócio, fingem se estabelecer para ganhar algum tipo de benesse, na verdade apenas esperam algum padrinho para regularizar a safadeza.
Hoje os quiosques são responsáveis pela grande maioria das invasões espalhadas por toda cidade, competindo com as outras invasões que teimam em aparecer por toda a nossa região.
Mas essa farra toda é graças a falta de uma fiscalização mais responsável e rigorosa, então aproveitando a falta de compromisso de alguns, pois estão apenas pensando no para favorecimento de chegados e afins, apenas para manutenção do feudo político, fazendo com que a cidade se transformasse nessa zona que hoje aqui está instalada.