quinta-feira, 27 de agosto de 2026

A ESCRAVIDÃO NÃO ACABOU

Copiosas lágrimas escorrem pelo meu rosto, tive que me controlar, aos gritos clamei aos céus: Meu Deus, que país é esse em que vivemos?
Revoltado e incrédulo com o que estava acontecendo, custei muito a crer com a triste notícia onde um pobre juiz do supremo, vivendo em uma situação análoga a escravidão, sofrendo uma grande injustiça e humilhação, com um salário miserê de apenas R$ 46.366,19, isso sem contar benefícios como o auxílio-alimentação, moradia, transporte e plano de saúde, é de cortar o coração.
Até os gastos de R$ 25.000,00 que tinha com cartão de crédito vai ter que cortar, pois está com um saldo negativo de R$ 1,3 mil, com pagamentos agendados de R$28,3 mil, que coisa mais triste.
Como pode um ser humano suportar tamanha humilhação, a Organização das Nações Unidas - ONU tem que tomar conhecimento dessa mancha nos direitos humanos aqui no país.
Estou em lágrimas ao ver a declaração desse pobre juiz, pois ninguém consegue acreditar como ele pode passar o mês com esse salário de fome que recebe, enquanto o povo se esbalda com um nababesco salário-mínimo de R$ 1.621,00. 
Digo-lhes sinceramente que nem eu e nem a grande maioria de brasileiros lascados, desempregados, sairíamos de casa para ganhar esse insignificante salário de juiz, pois bom mesmo é viver com esse salário de marajá que é o salário-mínimo aqui na República de Bananas, que hoje é um verdadeiro luxo pra qualquer cidadão pois a grande maioria nem emprego tem.
Esse salário pago ao pobre juiz é humilhante e imoral, pois segundo a declaração do mesmo:“Na minha carreira anterior, eu recebia um salário digno e não essa merreca que eu recebo hoje por mês como juiz. E ainda tendo que ouvir ataques, ofensas, ingratidão e até traição de colegas e pares”.
O que convenhamos, esse salário que o contribuinte lhe paga é um salário de quem trabalha em regime de escravidão, melhor virar um sem teto e viver como pedinte.
Isso é a pátria de chuteiras!!! 

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