segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

OFERENDAS




Passado os festejos de final de ano, comecei a procurar os amigos para que me contassem algo que pudesses aproveitar em meus artigos,resolvi dar um rolê pela cidade.
Estava com sorte,a primeira pessoa que encontrei foi com o meu amigo Caixa Preta,que apesar da cara de poucos amigos tinha uma história boa para contar.
Me preparei para mais essa,ele meio sem jeito resolveu contar,onde o principal personagem da história era o próprio,era uma história familiar bem no estilo do velho Caixa.
O Guerrilheiro do Cerrado conta que resolveu assistir a passagem de ano lá na “Prainha”,isso depois de ter bebido até o vinagre lá na casa da sogra.
Depois daquele foguetório todo,aqueles abraços cheio de falsidades,tapinhas nas costas e outras cretinices possíveis que sempre pintam nessas datas,muita gente fica até emocionada achando que tudo aquilo dito e desejado é verdadeiro.
Mas o melhor estava por vir,bem na hora de jogar as oferendas no lago,o velho Caixa olhou para os lados,não trazia nada que pudesse jogar como oferenda,foi aí que o álcool falou mais alto,pegou a sogra e jogou no lago,a véia quase morre afogada,foi aquele vexa...
Resultado,levou uns cascudos de alguns que estavam por ali e socorreram a véia,foi multado pelo Ibram por jogar corpo estranho no lago causando um atentado ao meio ambiente.
Pobre Caixa estava arrasado,não pelo fato em si,mas pela sogra ter escapado,agora está comendo tampado.