Tem dias que você não se sente muito preparado para o mundo, muita coisa acontecendo que parece até que estamos num mundo, onde as asneiras e falta de senso nos deixa até sem entender o que se passa ao redor.
Fui ao supermercado e através do serviço de som anunciavam, um plano de saúde para pets, parei pra ouvir melhor.
Senti que o mundo estava perto do fim, a população tendo problemas em fila de hospital, e essa idiotice sendo oferecida como se fosse a salvação da lavoura.
Fui ao Porcão, de cara o Caixa já aparece com algum caso, esse foi de lascar, aposto que o personagem envolvido era o próprio, apesar dele negar veementemente.
Tirem suas conclusões : Altas horas da madrugada, o dono do bar foi acordado pelo celular que não parava de tocar e não o deixava dormir.
Meio a contragosto atendeu, a voz pastosa de um bebum o irritou ainda mais, isso não é hora pra ficar perturbando quem trabalha.
A coisa foi mais ou menos assim:
-Ô moço... me diga uma coisa... a que horas que abre o bar.
-As oito horas — respondeu ele rispidamente e desligou.
- Mas que ousadia, me acordar para perguntar que horas que o bar vai abrir.
Dez minutos depois o telefone toca novamente:
-Ô moço... eu entendi direito? O bar só vai... abrir às oito horas?
-Sim, senhor, às oito horas. — e bate o telefone.
Cinco minutos depois, o telefone toca novamente:
-Ô moço... mas não dá pra o senhor abrir... um pouco antes?
- Não, não dá! O senhor não consegue esperar até as oito?
-Bem... conseguir eu consigo, mas eu estou trancado aqui dentro ,
desde ontem... e tô louco pra ir embora!
Cachaça é fogo!!!
Fui ao supermercado e através do serviço de som anunciavam, um plano de saúde para pets, parei pra ouvir melhor.
Senti que o mundo estava perto do fim, a população tendo problemas em fila de hospital, e essa idiotice sendo oferecida como se fosse a salvação da lavoura.
Fui ao Porcão, de cara o Caixa já aparece com algum caso, esse foi de lascar, aposto que o personagem envolvido era o próprio, apesar dele negar veementemente.
Tirem suas conclusões : Altas horas da madrugada, o dono do bar foi acordado pelo celular que não parava de tocar e não o deixava dormir.
Meio a contragosto atendeu, a voz pastosa de um bebum o irritou ainda mais, isso não é hora pra ficar perturbando quem trabalha.
A coisa foi mais ou menos assim:
-Ô moço... me diga uma coisa... a que horas que abre o bar.
-As oito horas — respondeu ele rispidamente e desligou.
- Mas que ousadia, me acordar para perguntar que horas que o bar vai abrir.
Dez minutos depois o telefone toca novamente:
-Ô moço... eu entendi direito? O bar só vai... abrir às oito horas?
-Sim, senhor, às oito horas. — e bate o telefone.
Cinco minutos depois, o telefone toca novamente:
-Ô moço... mas não dá pra o senhor abrir... um pouco antes?
- Não, não dá! O senhor não consegue esperar até as oito?
-Bem... conseguir eu consigo, mas eu estou trancado aqui dentro ,
desde ontem... e tô louco pra ir embora!
Cachaça é fogo!!!
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