O velho Caixa estava tentando me convencer a ouvir as histórias que ele ouvia da mãe antes de dormir, isso depois de levar algumas chineladas no lombo para parar de encher o saco.
Mas o Lewis Carroll do cerrado como dizia ele, pois resolveu adotar o mesmo nome do escritor de “Alice no País das Maravilhas” segundo ele tinha tudo a ver com as histórias que surgem no Guará.
O Guará é um lugar maravilhoso , onde os quiosques e ambulantes que esbarramos em cada esquina não passa de delírios das pessoas de bem que se preocupam demais e acabam tendo essa visão muito real das mazelas do Guará.
Com assuntos requentados para engrandecer nomes que tornaram o Guará esse festival de descaso com “gambiarras” pra todo lado.
Para demonstrar a falta de compromisso com a coisa pública o velho Caixa andou atrás de algumas coisas citadas e nada encontrou que justifique tanta cara de pau na exaltação dessas maravilhas citadas, o DF tá mais quebrado que arroz de terceira.
O velho Caixa Preta, irritado com tanta mentira, estava uma arara , pense num cabra à beira de um ataque de nervos...muito agitado veio me contar sobre o dilúvio, questionei que dilúvio ? Pois ainda nem chegamos ao período de chuvas portanto não via o motivo para tanta afobação.
Naquela afobação toda fiquei sabendo de que se tratava, nada mais era do que aquele papo que iam gastar os tubos, o Rolando Lero do Cerrado estava caprichando no papo furado alardeava as grandes obras aqui no Guará num verdadeiro dilúvio de mentiras.
Nessa ilha da fantasia, “tudo está no seu lugar” como diz um samba de Benito Di Paula para isso serão gastos alguns milhões, verba para ninguém botar defeito, talvez desse até para refazer as calçadas e o asfalto no interior das quadras, pois muitas delas já tem tanta intimidade com a “buraqueira” que comemora o aniversário da mesma que já deram o carinhoso apelido de “Holy Party’s” para a data.
Mas o Lewis Carroll do cerrado como dizia ele, pois resolveu adotar o mesmo nome do escritor de “Alice no País das Maravilhas” segundo ele tinha tudo a ver com as histórias que surgem no Guará.
O Guará é um lugar maravilhoso , onde os quiosques e ambulantes que esbarramos em cada esquina não passa de delírios das pessoas de bem que se preocupam demais e acabam tendo essa visão muito real das mazelas do Guará.
Com assuntos requentados para engrandecer nomes que tornaram o Guará esse festival de descaso com “gambiarras” pra todo lado.
Para demonstrar a falta de compromisso com a coisa pública o velho Caixa andou atrás de algumas coisas citadas e nada encontrou que justifique tanta cara de pau na exaltação dessas maravilhas citadas, o DF tá mais quebrado que arroz de terceira.
O velho Caixa Preta, irritado com tanta mentira, estava uma arara , pense num cabra à beira de um ataque de nervos...muito agitado veio me contar sobre o dilúvio, questionei que dilúvio ? Pois ainda nem chegamos ao período de chuvas portanto não via o motivo para tanta afobação.
Naquela afobação toda fiquei sabendo de que se tratava, nada mais era do que aquele papo que iam gastar os tubos, o Rolando Lero do Cerrado estava caprichando no papo furado alardeava as grandes obras aqui no Guará num verdadeiro dilúvio de mentiras.
Nessa ilha da fantasia, “tudo está no seu lugar” como diz um samba de Benito Di Paula para isso serão gastos alguns milhões, verba para ninguém botar defeito, talvez desse até para refazer as calçadas e o asfalto no interior das quadras, pois muitas delas já tem tanta intimidade com a “buraqueira” que comemora o aniversário da mesma que já deram o carinhoso apelido de “Holy Party’s” para a data.
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