Pode até parecer sacanagem mas por incrível que pareça eu estava feliz por estar indo ao Porcão, o templo mor do copo sujo.
Quando lá cheguei dei de cara com o Galak que rosnava como um cachorro doido, fui rapidamente me sentar numa mesa bem afastada, primeiro para não sentir a catinga do sovaco do energúmeno, segundo ficar longe da cozinha pra não ficar olhando aquele chão sujo, que parecia não ter visto água nessa década.
Mas o alívio estava chegando, de repente surge o Caixa Preta, que pisou no rabo do cachorro e quase leva um murro do Galak, meio esbaforido sentou na mesa encheu o copo que bebeu de uma talagada.
Perguntei logo qual era a aventura que ele tinha pra me contar, de cara ele lembrou de uma bem recente, pois tinha acontecido lá pras bandas do Novo Gama.
O velho Caixa contou a história do que tinha acontecido por lá, um forró que ele teve que ir com uns chegados da região para não perder a amizade.
Chegando lá, ele pensou que tinham errado o lugar, parecia festa de Halloween, o nome do boteco era bem sugestivo: Caverna do Dragão nunca tinha visto tanta mulher feia. Aglomeradas daquele jeito, juntas, parecia um filme de terror, foi logo se benzendo mas se acostumou logo com tanta feiúra.
Tomou todas, já estava pra lá de Bagdá, cansado procurou uma cadeira pra sentar e a única que tinha no salão estava ocupada pela criatura mais feia do lugar, parecia um encosto.
Se aproximou e naquela grossura que lhe é peculiar perguntou: -Tu não gosta de dançar?
- Claro que gosto! Foi a resposta da espanta neném.
- Então vai logo, que eu quero me sentar!
Quase apanhou, mas saiu ileso. Dei umas boas risadas imaginando a cena.
Mas o alívio estava chegando, de repente surge o Caixa Preta, que pisou no rabo do cachorro e quase leva um murro do Galak, meio esbaforido sentou na mesa encheu o copo que bebeu de uma talagada.
Perguntei logo qual era a aventura que ele tinha pra me contar, de cara ele lembrou de uma bem recente, pois tinha acontecido lá pras bandas do Novo Gama.
O velho Caixa contou a história do que tinha acontecido por lá, um forró que ele teve que ir com uns chegados da região para não perder a amizade.
Chegando lá, ele pensou que tinham errado o lugar, parecia festa de Halloween, o nome do boteco era bem sugestivo: Caverna do Dragão nunca tinha visto tanta mulher feia. Aglomeradas daquele jeito, juntas, parecia um filme de terror, foi logo se benzendo mas se acostumou logo com tanta feiúra.
Tomou todas, já estava pra lá de Bagdá, cansado procurou uma cadeira pra sentar e a única que tinha no salão estava ocupada pela criatura mais feia do lugar, parecia um encosto.
Se aproximou e naquela grossura que lhe é peculiar perguntou: -Tu não gosta de dançar?
- Claro que gosto! Foi a resposta da espanta neném.
- Então vai logo, que eu quero me sentar!
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