A chuva fina caía, na frente do computador tentava escrever, com a boca seca pensei em dar uma chegada lá no Porcão, quem sabe o Caixa Preta não tinha um bom tema pro meu artigo semanal.
Encontrei o velho Caixa, muito sorridente, senti que o meu artigo estava no papo, depois que a nossa cerveja chegou na mesa, o cabra começou dizendo que tem muita coisa que não mais o surpreende, mas quando o assunto é política muita coisa ainda o deixa embasbacado.
Agora com a temporada eleitoral em pleno andamento, o que não falta são motivos pra dar umas boas risadas, diante de tantos delírios.
Os postulantes a cargos eletivos são tantos, aqui no nosso quadrado tem um bocado, e de uma variedade incrível, principalmente pra deputado distrital.
Fico abismado com a quantidade de líderes de araque que aparecem se achando o candidato que a cidade tanto espera, como dizem por aí, todos se achando “O Cara”.
Diz o Caixa que esse bando de cara de pau anda dizendo que até a chuva que está caindo no Guará foi provocada por eles, assim como o brilho do sol, as árvores frutíferas e outros “Leros”, dá até vontade de vomitar.
Enquanto isso, olhamos em volta e nos deparamos com o desleixo criminoso com a coisa pública, basta dar uma volta observando direitinho.
Encontrei o velho Caixa, muito sorridente, senti que o meu artigo estava no papo, depois que a nossa cerveja chegou na mesa, o cabra começou dizendo que tem muita coisa que não mais o surpreende, mas quando o assunto é política muita coisa ainda o deixa embasbacado.
Agora com a temporada eleitoral em pleno andamento, o que não falta são motivos pra dar umas boas risadas, diante de tantos delírios.
Os postulantes a cargos eletivos são tantos, aqui no nosso quadrado tem um bocado, e de uma variedade incrível, principalmente pra deputado distrital.
Fico abismado com a quantidade de líderes de araque que aparecem se achando o candidato que a cidade tanto espera, como dizem por aí, todos se achando “O Cara”.
Diz o Caixa que esse bando de cara de pau anda dizendo que até a chuva que está caindo no Guará foi provocada por eles, assim como o brilho do sol, as árvores frutíferas e outros “Leros”, dá até vontade de vomitar.
Enquanto isso, olhamos em volta e nos deparamos com o desleixo criminoso com a coisa pública, basta dar uma volta observando direitinho.
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